Domingo, 24 de maio de 2026

A presença divina em nossas vidas

Texto: Eliana TeixeiraComo o ar que respiramos, não vemos nem pegamos em Deus. Se estamos felizes ou tristes, Ele ocupa Seu lugar, Ele é, onipresentemente, através dos séculos, por toda a eternidade. Para quem crê ou quem não, Ele é. Mas para muitas pessoas - eu já me peguei fazendo isso em determinadas ocasiões - o “sentir” Deus é importante. Será que se não sentirmos, Ele não se faz presente? Ou para Ele se fazer presente é preciso sentir? Essas indagações não aconteceriam, se como Ezequiel pu

A presença divina em nossas vidas

A presença divina em nossas vidas

Texto: Eliana Teixeira

Como o ar que respiramos, não vemos nem pegamos em Deus. Se estamos felizes ou tristes, Ele ocupa Seu lugar, Ele é, onipresentemente, através dos séculos, por toda a eternidade. Para quem crê ou quem não, Ele é. Mas para muitas pessoas - eu já me peguei fazendo isso em determinadas ocasiões - o “sentir” Deus é importante. Será que se não sentirmos, Ele não se faz presente? Ou para Ele se fazer presente é preciso sentir?

Essas indagações não aconteceriam, se como Ezequiel pudéssemos ter a visão da glória de Deus, dos anjos e querubins. “Então saiu a glória do Senhor de sobre a entrada da casa, e parou sobre os querubins. E os querubins alçaram as suas asas, e se elevaram da terra aos meus olhos, quando saíram; e as rodas os acompanhavam; e cada um parou à entrada da porta oriental da casa do Senhor; e a glória do Deus de Israel estava em cima, sobre eles. Estes são os seres viventes que vi debaixo do Deus de Israel, junto ao rio Quebar, e conheci que eram querubins”. (Ezequiel 10:18-20)

Como seria muito mais fácil ter essa visão tridimensional, não é mesmo? Mas Deus é mistério! E a fé é um ato racional, que vem do conhecimento sobre as coisas divinas. Por isso, devemos ter a consciência de que, mesmo quando não o sentimos, Deus é, o tempo todo.

Em tempos de trevas, sejam elas causadas por erros que tenhamos cometido ou pelas aflições diárias que nos acometem e impedem-nos de sentir a presença divina, o Senhor é o mesmo Pai que nos corrige, nos ama, nos ampara e até mesmo, silencia-se quando queremos ouvir Sua voz. É importante lembrar que Ele não está a nossa disposição, como se fosse um garçom a quem estalamos os dedos e somos servidos. Sua presença é santa e deve ser valorizada, independentemente se a sentimos ou não. Que possamos a cada dia, aprender e valorizar ainda mais a presença divina em nossas vidas.

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