Domingo, 24 de maio de 2026

Deputada Bebel articula audiência para debater feminicídio no Estado de São Paulo

A procuradora da Mulher na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), a deputada estadual Professora Bebel (PT) articula a realização de uma audiência pública na Casa visando debater políticas públicas para proteger as mulheres. O anúncio foi feito na última quarta-feira (8), quando a deputada Professora Bebel, utilizando a tribuna popular da Alesp repudiou mais um caso de feminicídio no Estado, desta vez em Piracicaba, levando a morte Tamires Marques, de 36 anos, assassinada a fac

Deputada Bebel articula audiência para debater feminicídio no Estado de São Paulo

Deputada Bebel articula audiência para debater feminicídio no Estado de São Paulo

A procuradora da Mulher na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), a deputada estadual Professora Bebel (PT) articula a realização de uma audiência pública na Casa visando debater políticas públicas para proteger as mulheres. O anúncio foi feito na última quarta-feira (8), quando a deputada Professora Bebel, utilizando a tribuna popular da Alesp repudiou mais um caso de feminicídio no Estado, desta vez em Piracicaba, levando a morte Tamires Marques, de 36 anos, assassinada a facadas pelo marido, de quem tinha se separado do companheiro recentemente, após sete anos de relacionamento. O assassinato ocorreu no último dia sete, na frente da filha de apenas 6 anos.

Bebel disse que essa situação precisa ser mudada. Por isso, já consultou as demais deputadas que compõem o órgão e estará promovendo nos próximos dias audiências públicas e outras atividades sobre o tema. “Infelizmente, essa é uma terrível realidade que vem se tornando corriqueira no país. Somente no primeiro semestre de 2022, 699 mulheres foram vítimas de feminicídio no nosso país”, lembrou, se solidarizando com familiares e amigos das vítimas, especialmente de Tamires Marques, que foi atacada pelo seu ex-marido no apartamento em que residia no bairro Campestre, na mad.

Especialistas defendem a promoção do empoderamento econômico, social e político de mulheres e meninas para combater o feminicídio, incluindo apoio a programas de capacitação econômica e meios de subsistência, proteção social e redes de segurança que apoiam mulheres e meninas e acesso à educação segura e equitativa para meninos e meninas. Justamente diante destes apontamentos, Bebel diz que é necessária uma ação por parte do governo estadual e isso será debatido na Assembleia Legislativa de São Paulo, visando propor o desenvolvimento de novas medidas, assim como ampliar e melhorar as já implantadas, uma vez que os casos de feminicídio no Estado não param de aumentar.

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