Sexta-feira, 15 de maio de 2026

Deputada Professora Bebel pode ser a primeira mulher a presidir o PT no Estado de São Paulo

A presidenta da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), a deputada estadual Professora Bebel pode ser a primeira mulher a presidir o PT (Partido dos Trabalhadores) no Estado de São Paulo e, assim, ajudar a fortalecer o partido principalmente no interior paulista e junto às mulheres, que são a maioria. A presidência do partido está vaga desde que Luiz Marinho renunciou ao cargo, no início do ano, para assumir o Ministério do Trabalho no governo do presidente

Deputada Professora Bebel pode ser a primeira mulher a presidir o PT no Estado de São Paulo

Deputada Professora Bebel pode ser a primeira mulher a presidir o PT no Estado de São Paulo

A presidenta da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), a deputada estadual Professora Bebel pode ser a primeira mulher a presidir o PT (Partido dos Trabalhadores) no Estado de São Paulo e, assim, ajudar a fortalecer o partido principalmente no interior paulista e junto às mulheres, que são a maioria. A presidência do partido está vaga desde que Luiz Marinho renunciou ao cargo, no início do ano, para assumir o Ministério do Trabalho no governo do presidente Lula.

Com isso, a vaga de presidente do partido está sendo disputada pelos vices: Professora Bebel, o também deputada estadual Emídio de Souza e o deputado federal Kiko Celeguim, que acaba de assumir o primeiro mandato na Câmara Federal. A escolha de quem comandará o partido será feita pelo diretório do partido, o que acontecerá até o início de março, em data a ser agendada.

O nome da Professora Bebel, que foi reeleita para o segundo mandato com quase 156 mil votos, ganhou força pela sua liderança tanto na presidência da Apeoesp, o maior sindicato de trabalhadores da educação da América Latina, como pelo seu ativismo e grande poder de articular e negociar, qualidades mostradas nesse seu primeiro mandato de deputada estadual, quando conseguiu costurar a aprovação de importantes projetos de lei da oposição na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Entre esses projetos está o que acabou com a cobrança sobre aposentadorias e pensões de aposentados do Estado, assim como o que prorrogou o contrato de professores da categoria O, que foram contratados nos anos de 2018 e 2019, assim como atuou para impedir a privatização do Instituto Butantan, responsável pela imunização da população do Estado contra a covid-19. Além disso, como líder da bancada do PT na Alesp, que passará a contar com 18 deputados nesse novo mandato, soube comandar os colegas de partido nos embates com o governo estadual e fazer frente às pautas bolsonaritas, que os governadores João Doria e Rodrigo Garcia levaram à Alesp.

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Ter a deputada Professora Bebel como nova presidenta do PT estadual é a certeza de ter uma mulher à frente das lutas do partido no Estado, que conhece muito bem o Interior de São Paulo, aonde o partido tem enfrentado as maiores dificuldades de emplacar seus candidatos ao governo estadual. Prova disso é que Fernando Haddad, que liderava todas as pesquisas para garantir que o partido conquistasse o Palácio dos Bandeirantes pela primeira vez, perdeu justamente no Interior.

A aposta das lideranças que a apoiam para chegar à presidência do partido no Estado é de que com o conhecimento da Professora Bebel, que foi moldado pelo excelente trabalho que desenvolve à frente da Apeoesp, através das suas 94 subsedes, nas mais diversas regiões, na defesa dos professores e da educação pública de qualidade, e que teve ação fortalecida no mandato ativo com as causas sociais e das minorias, assim como na defesa intransigente da mulher, possam dar uma maior visibilidade do partido nas regiões mais conservadores do Estado, mostrando que a preocupação do PT é unicamente com a justiça social em que todos tenham oportunidades e a educação seja o principal instrumento de fazer essa transformação.

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