Sábado, 27 de junho de 2026

Geração de empregos: política necessária para impulsionar a economia

*Eliana TeixeiraDe acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) há 11,9 milhões de desempregados em 2022 no País. Quase 5 milhões de brasileiros estão, segundo o IBGE, em desalento, termo usado para definir aqueles que desistiram de procurar emprego. O cenário é desanimador, principalmente, para quem está dentro dessas estatísticas de desempregados ou desalentados, já que não são apenas números e sim pessoas que, na maioria das vezes, não têm mais acesso à dignidade de vid

Geração de empregos: política necessária para impulsionar a economia

Geração de empregos: política necessária para impulsionar a economia

*Eliana Teixeira

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) há 11,9 milhões de desempregados em 2022 no País. Quase 5 milhões de brasileiros estão, segundo o IBGE, em desalento, termo usado para definir aqueles que desistiram de procurar emprego. O cenário é desanimador, principalmente, para quem está dentro dessas estatísticas de desempregados ou desalentados, já que não são apenas números e sim pessoas que, na maioria das vezes, não têm mais acesso à dignidade de vida, àqueles direitos básicos previstos em nossa Constituição.

A falta de política de geração de empregos impacta a economia - e ainda mais em tempos onde os picos da inflação causam sustos a cada ida aos supermercados -, com desaquecimento do setor de serviços - brasileiro empregado movimenta o comércio -, queda do poder aquisitivo, sem contar no mal causado a cada indivíduo sem trabalho, como ansiedade, depressão e outros problemas relacionados à saúde.

Mas é possível reverter esse quadro, ainda mais em ano eleitoral, mediante escolha de representantes públicos, sejam dos poderes Executivo (presidente da República, governadores estaduais) ou Legislativo (senadores, deputados federais e estaduais) que trabalhem para melhorar a vida dos milhões de trabalhadores de todos os tipos de profissões e níveis de escolaridade, mas principalmente, que incluam os 12 milhões de desempregados no mercado de trabalho. Isso é política social! E polícia social beneficia, sim, a economia!

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Enfim, que todos nós trabalhadores (leiam-se todos aqueles que têm que vender sua mão de obra em troca de uma remuneração diária, semanal ou mensal), possamos, no mínimo, ser valorizados em nossas profissões e ter de fato em nossas vidas acessos dignos à saúde, moradia, educação e ao lazer.

Como jornalista pós-graduada em Gestão de Pessoas, meu maior desejo é ver e noticiar que o Brasil vive um novo tempo, de esperança e trabalho, de redução drástica do desemprego e maior sentimento de felicidade dos brasileiros. *Eliana Teixeira é pós-graduada, jornalista e editora do site www.ocanaldalili.com.br.

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