Quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Governo do Estado prorroga condições para pagamento do ALE, ao ser cobrado pela deputada Bebel

Cobrado pela deputada estadual Professora Bebel (PT), que também é segunda presidenta da Apeoesp, o Governo do Estado de São Paulo publicou no Diário Oficial o Decreto 67771, que prorroga até 31 de janeiro de 2024 as condições para pagamento do ALE - Adicional de Local de Exercício, dando a base legal para que seja feito o pagamento atrasado deste direito aos professores. Em encontro com o secretário estadual da Educação, Renato Feder, no último dia 20 de junho, na Comissão de Educação e Cultur

Governo do Estado prorroga condições para pagamento do ALE, ao ser cobrado pela deputada Bebel

Governo do Estado prorroga condições para pagamento do ALE, ao ser cobrado pela deputada Bebel

Cobrado pela deputada estadual Professora Bebel (PT), que também é segunda presidenta da Apeoesp, o Governo do Estado de São Paulo publicou no Diário Oficial o Decreto 67771, que prorroga até 31 de janeiro de 2024 as condições para pagamento do ALE - Adicional de Local de Exercício, dando a base legal para que seja feito o pagamento atrasado deste direito aos professores. Em encontro com o secretário estadual da Educação, Renato Feder, no último dia 20 de junho, na Comissão de Educação e Cultura da Alesp - Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, a deputada Professora Bebel cobrou o pagamento do ALE atrasado até o fim do mês de junho. “Esperamos que isso ocorra, uma vez que foi compromisso um assumido pelo secretário”, diz.

O decreto 67.771 do governo estadual também altera o artigo 9º dos decretos nº 66.805 e 66.806, ambos de 2 de junho de 2022, que passa a vigorar com a seguinte redação: “Artigo 9º - Os critérios, indicadores, fórmula e pesos para apuração do Indicador de Vulnerabilidade - QAE a que se referem o artigo 3º e o Anexo I deste decreto serão utilizados para fins de pagamento do Adicional de Local de Exercício - ALE até 31 de janeiro de 2024. Parágrafo único - A Secretaria da Educação proporá a edição de decreto dispondo sobre os critérios, indicadores, pesos e fórmula para apuração do Indicador de Vulnerabilidade a partir de 1º de fevereiro de 2024, em tipologia que deverá contemplar, necessariamente, a vulnerabilidade e a dificuldade de acesso da unidade escolar.

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Para Bebel, “esse novo decreto é o instrumento legal que vai permitir o reestabelecimento do pagamento do ALE nos patamares que eram praticados antes da suspensão. A APEOESP considera inadmissível que até o momento não tenha sido pago o Adicional de Local de Exercício em atraso e exige seu imediato pagamento em folha suplementar. Também não admitiremos retrocessos neste direito quando da definição dos novos critérios. Ao contrário, lutaremos para que sejam mais justos e se apliquem a todas as escolas em situação de vulnerabilidade e difícil acesso”, destaca a deputada Professora Bebel.

MAIS REIVINDICAÇÕES

Na reunião da Comissão de Educação e Cultura, a deputada Professora Bebel também cobrou o projeto para que as Atividades Pedagógicas Diversificadas (APD) sejam realizadas em local de livre escolha, assim como a ampliação de vagas e mudanças no edital no concurso de professores, de 15 para 100 mil professores. Solicitou ainda que a classificação para atribuição de aulas seja por pontuação em tempo de serviço, cursos e concursos, assim como seja feita a aplicação correta do reajuste do piso nacional no salário base e não como abono suplementar, além da volta da falta-aula, o fim do fechamento de classes e limite máximo de 25 estudantes nas classes do ensino fundamental I e de 30 estudantes no ensino fundamental II e ensino médio.

No encontro, ainda, a deputada e presidenta da Comissão de Educação e Cultura da Alesp cobrou a volta das faltas abonadas, o estabelecimento de mesa de negociação permanente com a Apeoesp, a revogação da lei complementar 1374/2022 e diálogo em torno de uma carreira aberta, justa e atraente, assim como condições de estabilidade dos professores da categoria F para os professores da categoria O e a revogação da farsa do “novo ensino médio”, além de outros pontos de interesse do magistério paulista e da comunidade escolar. “Continuarei cobrando cada um desses pontos e, juntamente com a Apeoesp, na qual sou segunda presidenta, lutando para que essas reivindicações sejam efetivadas”, completa a Professora Bebel.

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