Quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Levantamento mostra disparo da rotatividade entre jovens da Geração Z que se sentem desvalorizados NO TRABALHO

Um levantamento da consultoria Gallup revela que o engajamento da GenZ - Geração Z - os mais velhos são do ano de 1995 e os mais novos nasceram em 2010 - no trabalho está em queda, com um número crescente de jovens buscando novas oportunidades. A pesquisa avalia se os colaboradores se sentem valorizados, apoiados, compreendem suas responsabilidades e dispõem de espaço para aprender e crescer dentro das organizações.Desde que começaram a ingressar no mercado, esses jovens trouxeram novas priorida

Levantamento mostra disparo da rotatividade entre jovens da Geração Z que se sentem desvalorizados NO TRABALHO

Levantamento mostra disparo da rotatividade entre jovens da Geração Z que se sentem desvalorizados NO TRABALHO

Um levantamento da consultoria Gallup revela que o engajamento da GenZ - Geração Z - os mais velhos são do ano de 1995 e os mais novos nasceram em 2010 - no trabalho está em queda, com um número crescente de jovens buscando novas oportunidades. A pesquisa avalia se os colaboradores se sentem valorizados, apoiados, compreendem suas responsabilidades e dispõem de espaço para aprender e crescer dentro das organizações.

Desde que começaram a ingressar no mercado, esses jovens trouxeram novas prioridades e expectativas, mostrando que reconhecimento e crescimento claros são essenciais para a retenção de talentos. Organizações que ignoram feedbacks personalizados ou mantêm hierarquias rígidas enfrentam alta rotatividade, enquanto aquelas que investem em liderança empática, reconhecimento genuíno e planos de desenvolvimento individuais conseguem atrair e reter profissionais qualificados.

De acordo com a Gallup, três fatores são determinantes para engajar essa geração. O primeiro é o reconhecimento imediato e autêntico. Elogios genéricos ou tardios têm pouco efeito — os jovens valorizam feedbacks personalizados e relevantes, que reconheçam conquistas concretas e demonstrem atenção real ao trabalho realizado.

O segundo é o crescimento profissional transparente. Mais do que promoções formais, os GenZ buscam oportunidades de aprendizado e ampliação de habilidades, seja por meio de novos projetos, funções ou movimentações laterais. Metas claras e planos de desenvolvimento individualizados tornam o futuro dentro da empresa mais tangível, mesmo sem necessariamente envolver cargos de liderança.

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Andre Purri, CEO da Alymente, observa que esse cenário exige uma nova postura das empresas. “O novo perfil de trabalhador demanda ambientes de trabalho inclusivos, lideranças empáticas e compromisso social real. Entender o que move a Geração Z não é mais uma questão de tendência, mas de sobrevivência no mercado”, afirma.

O terceiro fator é a flexibilidade da liderança e da comunicação, afinal, a juventude digital valoriza gestores que adaptam seu estilo às preferências individuais, mantêm canais abertos de diálogo e demonstram transparência e humanidade, compartilhando aprendizados e erros de forma genuína.

O alerta é claro: não basta tentar adivinhar o que essa geração deseja, é preciso ouvir, se adaptar e criar experiências de trabalho personalizadas. As organizações que fizerem isso terão vantagem competitiva real; as que não fizerem correm o risco de perder seus profissionais mais engajados para organizações que entendem e atendem suas expectativas.

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